quinta-feira, 12 de julho de 2018

motel a seis

fomos e foi bom.  na verdade  foi bem bom!
nos conhecíamos dos "choppencontros" da vida,  numa época em que mesmo com medo de encontrar gente conhecida a gente ia.
marcamos nem me lembro bem como,só sei  que um dos casais foi no nosso carro e o outro num outro carro. pegamos dois quartos e lá dentro nos amontoamos num  só.
imagine só,seis pessoas com muito tesão, um quarto de motel de um tamanho médio e muitos gemidos. foi assim.
ainda paro e penso que nunca mais vi uma cena tão linda quanto a do Renato comendo uma delas na janela . alguém, me comia, quando de relance vi aquela bunda gostosa empinada pro pau dele, que socava freneticamente na buceta melada ( eu conseguia ouvir o som que saia da buceta dela, me julguem!)
enquanto um trocava a camisinha, outro já estava a postos, as meninas se pegavam, ouvíamos gemidos a todo momento.
quando essas coisas voltam a mente, penso que Renato e eu vivemos um tempo bom do swing no Rio, ou talvez tenhamos vivido uma fase boa nas nossas vidas e que hoje está muito mais difícil, porque se disseminou um conceito diferente do que conhecemos e vivenciamos. 
atualmente quando vamos a casas de swing, não conseguimos mais ver aquele swing raiz. 
o que temos visto é uma balada liberal,onde pouquíssimos casais reais se pegam, se exibem e "swingam" .
 o que temos visto é diferente do que curtimos e isso tem nos afastado cada vez mais.
hoje preferimos conhecer pessoas por vários meios e tentarmos em um motel qualquer,porque cansamos de ter que ir a barzinho primeiro, porque cansamos de levar bolo, porque mudamos .
acho que estou ficando velha,isso sim!

8 comentários:

  1. Não é questão de "ficar velhos", mas que tudo muda. Foi bom e se foi e haverá outros "bons" que agradarão.
    Já foi "a garotada", passou a ser "os tios" e agora são qualquer outro rótulo.
    Mas se está legal, vai-se em frente.

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  2. nunca fiz em 6 hahaha hotmilfbr.blogspot.com

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  3. O mundo é assim mesmo. Sempre em movimento. Se conseguimos nos adaptar continuamos dentro, se não conseguimos temos que procurar onde nos sentimos confortável. O bom é que sempre encontramos alguém com os mesmos interesses e vontades que os nossos. Vamos ter que procurar mais? Sim, mas sempre achamos.

    Beto

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